Japão se recusa a conversar com Coreia do Sul sobre escravas sexuais da guerra.
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Japão se recusa a conversar com Coreia do Sul sobre escravas sexuais da guerra.
Líderes de ambos os países se reunirão em Nova York durante a Assembléia Geral da ONU.

O primeiro-ministro do Japão, Yoshihiko Noda, e o presidente da Coreia do Sul, Lee Myuk Bak, estarão frente a frente no próximo dia 21 (quarta-feira) em Nova York, onde haverá a Assembleia Geral da ONU.
Um dos temas que Lee colocará em discussão se refere às chamadas escravas sexuais, mulheres coreanas forçadas à prostituição pelo exército japonês durante a Segunda Guerra Mundial. Uma ferida aberta que, no entanto, para Tóquio está fechada. O governo japonês através de seu vice-ministro de Relações Exteriores, Tsuyoshi Yamaguchi, manifestou que ambos os países chegaram a um acordo em 1965, que pôs fim aos pedidos de indenização apresentados pelas vítimas coreanas.
O ministério de Relações Exteriores japonês informou oficialmente sua posição à Coreia, relatou a agência Yonhap.
Entre 1910 e 1945, o término da Guerra, a Coreia foi colônia japonesa. Umas das muitas prejudicadas pelo imperialismo japonês foram as chamadas “mulheres de conforto”, cerca de 200.000 escravas sexuais coreanas. O assunto delicado tem sido alvo de discórdias entre ambas as nações. Até o momento, o Japão se recusa a compensar ou pedir perdão às vítimas de forma individual.
Fonte: ipcdigital.com
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